segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Seguidora reclama do visual de Lucas Lucco e cantor dá resposta épica. Veja:
O cantor Lucas Lucco decidiu dar uma dura em uma suposta “fã”, a jovem que foi fazer a seguinte reclamação no perfil do cantor:
“Te achava tão lindo no começo, …agora esse cabelo tá bonito não, musculoso demais e exagerou nas tattos… desculpa, mas é minha humilde opinião @lucaslucco já fui mas fã. …mas é claro que uma fã a menos não te faz diferença!”
“Te achava tão lindo no começo, …agora esse cabelo tá bonito não, musculoso demais e exagerou nas tattos… desculpa, mas é minha humilde opinião @lucaslucco já fui mas fã. …mas é claro que uma fã a menos não te faz diferença!”
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Pesquisa descobre relação entre gosto musical e traços de personalidade
Você já se perguntou por que algumas pessoas gostam de pop e outras, de sertanejo? Por que tem gente que só se concentra com música clássica enquanto há quem prefira dubstep? Do samba ao funk, do forró à música gaúcha, a verdade é que há ritmos para o gosto de todos – ainda bem!
O Medical Xpress divulgou, recentemente, os resultados de duas pesquisas realizadas por um grupo de cientistas que buscavam entender a relação entre o gosto musical e a personalidade de um indivíduo, e as conclusões são muito interessantes.
Uma pessoa ouve música, em média, durante 20% do tempo em que está acordada. Algumas músicas nos fazem querer chorar, outras nos deixam com vontade de dançar, de viajar, de fazer alguma atividade física, de dormir.
Quando o assunto é música, não é apenas o gosto de cada pessoa que é diferente – algumas criaturas parecem ter música exalando pelos poros e, por isso, cantam ou tocam instrumentos musicais perfeitamente. Outras pessoas, no entanto, mal conseguem bater palmas no ritmo do “Parabéns para Você”. Por que será? Ao que tudo indica, essas diferenças têm relação com a personalidade de cada um.
De acordo com a pesquisa divulgada no portal médico, há pelo menos três perfis de personalidade: os empáticos, que têm interesse pelos pensamentos e pelas emoções das pessoas; os sistemáticos, que têm interesses em padrões, sistemas e regras de governo; e os balanceados, cujos interesses são uma mistura dos dois primeiros tipos.
Diversos testes de personalidade, que foram realizados ao longo dos últimos anos, já comprovaram que 95% das pessoas se encaixam em um desses grupos, e que eles têm grande relação com os padrões de comportamento humano.
Para descobrir a relação entre esses tipos de comportamento e o gosto musical de cada pessoa, os cientistas realizaram inúmeros estudos com mais de 4 mil participantes. Os pesquisadores avaliaram dados comportamentais de cada voluntário e depois relacionaram essas informações com as preferências musicais de cada um deles.
Depois da longa análise, os pesquisadores descobriram que pessoas de personalidade empática preferem músicas mais calmas, com letras profundas e cargas emocionais intensas. No estudo, foram relacionados às músicas “Come Away With Me”, de Norah Jones, e “Hallelujah”, cantada por Jeff Buckley.
Os sistemáticos, por outro lado, preferem músicas mais intensas, geralmente escolhendo estilos como hard rock, punk e heavy metal. Também gostam de músicas de melodias complexa, como as clássicas, e a música que foi relacionada a eles durante a pesquisa é “Etude opus 65 no 3”, de Alexander Scriabin. Pessoas balanceadas, como já era de suspeitar, têm apreço por estilos musicais diversos.
Em seguida, com a ajuda da BBC do Reino Unido, os pesquisadores avaliaram 7 mil voluntários com base em cinco dimensões de personalidades: abertura, conscienciosidade, extroversão, afabilidade e estabilidade emocional. Além disso, eles também fizeram atividades para definir se tinham habilidades musicais, por meio de testes de escolha e memorização de melodias e ritmos.
Pessoas consideradas abertas são imaginativas, têm muitos interesses e não sofrem quando precisam mudar pensamentos e também coisas práticas. Já as pessoas mais fechadas preferem a rotina e o ambiente familiar e tendem a ter valores mais convencionais. Os extrovertidos são mais falantes, assertivos e com mais habilidades para cantar.
Quando analisamos resultados novos de pesquisas científicas, geralmente achamos que as conclusões são obvias, mas é interessante que essa obviedade seja comprovada pela ciência, para que novos estudos tenham o embasamento de que precisam para serem realizados.
Os autores explicam que essas pesquisas podem ajudar, por exemplo, crianças e adultos autistas e que têm dificuldades de comunicação. Além do mais, a música, quando utilizada como terapia, pode ajudar pessoas que precisam se recuperar de traumas ou que estão passando por uma fase de luto – nesse sentido, entender melhor o que o gosto musical de um paciente significa é de grande ajuda para o terapeuta.
Já se sabe, por exemplo, que pessoas que vivenciaram traumas grandes durante a infância têm engajamentos musicais diferentes quando chegam à fase adulta. Para saber melhor sobre a música na sua vida, você pode testar a relação entre seu gosto musical e sua personalidade clicando neste link – em inglês.
A perigosa saga do açúcar em nosso organismo
O açúcar é um elemento traiçoeiro capaz de causar uma dúvida cruel quando nos deparamos com algo feito com ele: “ah, isso é tão gostoso... mas engorda. Comer ou não comer?”. Não adianta, você come uma daquelas refeições saudáveis no domingo, repete na segunda, na terça já mal consegue comer, e, na quarta, certamente não consegue mais nem ouvir falar do prato. Agora, aquela sobremesa maravilhosa que você come no domingo, se tiver a oportunidade, vai comê-la até o próximo final de semana, todos os dias. Mas por que isso acontece?
Aqui no Mega Curioso, nós já publicamos uma matéria com algumas coisas que você ainda não sabe sobre o açúcar, e que vale a pena dar uma olhada. Também sobre o assunto, o pessoal do canal do YouTube, TED-Ed, produziu uma animação em que mostra como o açúcar age sobre o nosso cérebro e por que ele causa determinados efeitos.
A verdade é que se for consumido de maneira descontrolada, o açúcar pode agir como uma verdadeira droga para o nosso organismo. Ele ativa o neurotransmissor conhecido como dopamina, principal responsável pela sensação de prazer e satisfação, efeitos também causados pelo sexo e pelo chocolate. As drogas, por exemplo, também ativam a dopamina, porém de forma muito mais violenta.
Como o açúcar não produz a mesma quantidade de dopamina de algumas fortes substâncias entorpecentes, não chega a causar dependência, mas possui um efeito único. Esse efeito é justamente o responsável por fazer com que as pessoas simplesmente não se sintam enjoadas de ingerir a mesma receita de doce todos os dias. Assim, mesmo sabendo que o melhor seria cortar os alimentos com essa substância, as pessoas tendem a consumir mais. Mas por que ele faz isso?
O que é o açúcar
O açúcar é, na realidade, um nome genérico para uma classe de carboidratos. Esses carboidratos são a glicose, a frutose e a sacarose, além da lactose, a dextrose e o amido, que também são tipos dessa substância. E esses elementos são encontrados nas comidas e bebidas mais comuns em nossos cardápios diários.
Se você o consome em quase todas as coisas que ingere, imagine a “bomba” que não é aquele pedaço de bolo impossível de resistir. Mesmo assim, comer um docinho de vez em quando, não vai te causar grandes problemas, mas é importante cuidar para não perder o controle. Para tanto, o item a seguir explica porque é preciso se manter atento para não cometer exageros no açúcar.
O passo a passo do açúcar no organismo
Ao colocar essa substância na boca, os receptores de doces da língua são ativados e enviam um sinal para o tronco e o córtex cerebral. Nesse ponto, o córtex ativa o sistema de recompensa do cérebro por meio de diversas reações químicas e elétricas com o intuito de indicar se você deve, ou não, fazer isso novamente. É claro que você já deve saber a resposta que o cérebro dá, não é mesmo?
No estômago e no intestino também há receptores de açúcar que continuam enviando sinais ao cérebro, que além de indicar quando você está satisfeito, também indicam que o seu corpo precisa produzir mais insulina regular os níveis de açúcar no seu sangue. Aos poucos, com doses maiores, a tolerância do organismo ao açúcar vai crescendo e o seu nível de satisfação vai exigir ainda mais quantidades desse elemento. Por isso, as overdoses diárias, aqueles alimentos ricos em açúcar como sorvetes, bolos e outros doces, é que tem que ser controladas.
Por que é que sentimos quando uma pessoa olha para a gente?
Já aconteceu com você de, de repente, ter aquela sensação estranha, olhar para o lado e flagrar alguém te observando? De onde será que vem esse sentimento? Seria o “sexto sentido” em ação, pura intuição ou, quem sabe, o poder da premonição? Na verdade, segundo Laura Moss, do portal Mother Nature Network, perceber quando alguém está olhando para nós não tem nada de paranormal, e o responsável por esse fenômeno é o cérebro.
Segundo Laura, o nosso cérebro está programado para registrar “pistas” presentes no ambiente e nos alertar caso alguém esteja olhando para nós. Isso Já faz parte do nosso instinto de sobrevivência e, conforme explicou, muitos mamíferos contam com um sistema parecido, que os avisa quando outro animal — um potencial predador — está por perto e à espreita.
Sistema de detecção
No caso dos seres humanos, o sistema de detecção de risco é bem eficaz, principalmente à distância, o que significa que nós conseguimos identificar facilmente quando alguém está nos olhando — especialmente se esse alguém estiver olhando diretamente para a gente. No entanto, embora seja uma resposta natural, não pense que se trata de ação simples, pois, para julgar se estamos sendo observados ou não, o cérebro deve processar um bocado de informações.
Estudos revelaram que a simples posição do corpo ou da cabeça dos “observadores” pode despertar o nosso sistema de detecção, e se essa pessoa estiver voltada para o nosso lado, é bem fácil deduzir onde o foco de sua atenção se encontra.
Além disso, a detecção se torna ainda mais simples se a cabeça do observador estiver apontada para a nossa direção e o corpo para outra, já que basta olhar para os olhos do sujeito para determinar para onde ele está olhando. Nesse sentido, os humanos têm vantagem sobre muitos animais, já que as pupilas e as íris se destacam da esclera — a parte branca do olho —, permitindo que possamos identificar o foco da atenção dos outros.
Aliás, segundo Laura, um dos motivos de os humanos terem desenvolvido escleras maiores é o fato de a nossa sobrevivência depender grandemente da interação com outros membros do grupo — e o contraste entre o branco dos olhos e a pupila/íris facilita o contato visual. Voltando ao sistema de detecção de risco, o cérebro também se apoia nas informações registradas pela nossa visão periférica para avaliar uma situação de perigo.
Instinto de sobrevivência
De acordo com Laura, os seres humanos evoluíram para perceber quando estão sendo observados porque cada olhar vindo de outra pessoa representa um risco em potencial. Afinal, um olhar direto pode ser interpretado como indício de dominação ou de ameaça, portanto ser capaz de identificar sinais de perigo é vital para a nossa preservação.
Um experimento revelou que quando não conseguimos determinar a direção para a qual uma pessoa está olhando — por ela estar de óculos escuros ou por se encontrar em um local com pouca visibilidade —, geralmente sentimos que estamos sendo observados. Isso ocorre porque, na falta de informações, o cérebro assume que o sujeito está olhando para a gente, pois, na dúvida, estar alerta pode ser a melhor estratégia para escapar de um ataque.
O que causa a caspa?
A caspa é a resposta do couro cabeludo a uma irritação. A irritação do couro cabeludo pode causar alterações na pele, provocando coceira, ressecamento e vermelhidão.
A irritação também acelera o processo de troca celular e faz com que células imaturas se aglomerem na superfície do couro cabeludo. A aglomeração de células cria os flocos de caspa visíveis.
A caspa surge quando três fatores ocorrem em conjunto:
A caspa surge quando três fatores ocorrem em conjunto:
1. Um microrganismo:
O Malassezia globosa é um microrganismo que aparece naturalmente no couro cabeludo de qualquer pessoa.
O Malassezia globosa é um microrganismo que aparece naturalmente no couro cabeludo de qualquer pessoa.
2. Oleosidade do couro cabeludo:
O microrganismo decompõe os óleos do couro cabeludo. Isto cria uma substância que irrita a pele chamada ácido oleico.
O microrganismo decompõe os óleos do couro cabeludo. Isto cria uma substância que irrita a pele chamada ácido oleico.
3. Sensibilidade da pele: A pele de cerca de 50% das pessoas reage de maneira adversa ao ácido oleico. Esta sensibilidade causa a caspa.
Mais perguntas frequentes sobre as causas da caspa:
Mais perguntas frequentes sobre as causas da caspa:
1. O estresse pode causar caspa?
O estresse sozinho não causa caspa, mas, como muitas outras condições de saúde, pode agravar os seus sintomas. Preocupar-se com a caspa apenas piora o problema.
Se você acredita que o estresse está contribuindo para o aumento da sua caspa, recomendamos o uso de Head & Shoulders em todas as lavagens. Assim, você vai retomar o controle sobre os seus cabelos. Após a regularização do problema, sugerimos que continue a usar Head & Shoulders regularmente para evitar que a caspa retorne.
O estresse sozinho não causa caspa, mas, como muitas outras condições de saúde, pode agravar os seus sintomas. Preocupar-se com a caspa apenas piora o problema.
Se você acredita que o estresse está contribuindo para o aumento da sua caspa, recomendamos o uso de Head & Shoulders em todas as lavagens. Assim, você vai retomar o controle sobre os seus cabelos. Após a regularização do problema, sugerimos que continue a usar Head & Shoulders regularmente para evitar que a caspa retorne.
2. Por que eu tenho caspa?
Se você tem caspa, a explicação é simples: o seu couro cabeludo apresenta todos os três fatores que causam a condição:
a) Um microrganismo: O Malassezia globosa é um microrganismo que aparece naturalmente no couro cabeludo de qualquer pessoa.
b) Oleosidade do couro cabeludo: O microrganismo reduz a oleosidade do couro cabeludo. Isto cria uma substância que irrita a pele chamada ácido oleico.
c) Sensibilidade da pele: A pele de cerca de 50% das pessoas reage de maneira adversa ao ácido oleico. Esta sensibilidade causa a caspa.
Talvez você esteja se perguntando: "Por que agora?" Esta pergunta é difícil de responder.
Muitas pessoas têm caspa pela primeira vez na adolescência, quando os hormônios corporais passam por uma mudança brusca e a produção de oleosidade do couro cabeludo aumenta consideravelmente. Outros notam a presença da caspa quando estão estressados ou quando ocorre mudança de estação. Infelizmente, a sensibilidade da sua pele pode mudar com o passar do tempo. A irritação pode aparecer com substâncias que, no passado, nunca causaram nenhum problema.
Felizmente, você pode confiar em Head & Shoulders para combater as causas da caspa e não apenas os seus sintomas visíveis, mantendo os seus cabelos bonitos.
Se você tem caspa, a explicação é simples: o seu couro cabeludo apresenta todos os três fatores que causam a condição:
a) Um microrganismo: O Malassezia globosa é um microrganismo que aparece naturalmente no couro cabeludo de qualquer pessoa.
b) Oleosidade do couro cabeludo: O microrganismo reduz a oleosidade do couro cabeludo. Isto cria uma substância que irrita a pele chamada ácido oleico.
c) Sensibilidade da pele: A pele de cerca de 50% das pessoas reage de maneira adversa ao ácido oleico. Esta sensibilidade causa a caspa.
Talvez você esteja se perguntando: "Por que agora?" Esta pergunta é difícil de responder.
Muitas pessoas têm caspa pela primeira vez na adolescência, quando os hormônios corporais passam por uma mudança brusca e a produção de oleosidade do couro cabeludo aumenta consideravelmente. Outros notam a presença da caspa quando estão estressados ou quando ocorre mudança de estação. Infelizmente, a sensibilidade da sua pele pode mudar com o passar do tempo. A irritação pode aparecer com substâncias que, no passado, nunca causaram nenhum problema.
Felizmente, você pode confiar em Head & Shoulders para combater as causas da caspa e não apenas os seus sintomas visíveis, mantendo os seus cabelos bonitos.
3. O que provoca a caspa? A caspa é contagiosa?
Definitivamente, a caspa não é contagiosa. Se você tem caspa, é porque sua pele está reagindo às substâncias que causam irritação em seu couro cabeludo.Usar Head & Shoulders regularmente ajuda a eliminar as causas da irritação e, consequentemente, a caspa.
Definitivamente, a caspa não é contagiosa. Se você tem caspa, é porque sua pele está reagindo às substâncias que causam irritação em seu couro cabeludo.Usar Head & Shoulders regularmente ajuda a eliminar as causas da irritação e, consequentemente, a caspa.
Ciência comprova: homens fazem menos trabalho doméstico do que as mulheres
Se você é mulher, provavelmente vai ter lido o título e pensado: “Ah vá! Sério que fizeram um estudo para comprovar o óbvio?”. Pois é, caras leitoras, às vezes é preciso que a ciência entre em ação para provar para os homens que a divisão igualitária não costuma funcionar tão bem como deveria.
O termo “jornada dupla”, ou “segundo turno”, em referência às mulheres que trabalham o dia inteiro fora de casa e ainda precisam se virar com as tarefas domésticas, começou a se popularizar com estudos da igualdade na divisão das tarefas diárias a partir da década de 1970. Foi só a partir de então que o fato de elas trabalharem fora e ainda aguentarem praticamente sozinhas as tarefas domésticas começou a chamar a atenção de pesquisadores.
Um novo estudo, feito com casais norte-americanos que possuem filhos, mostra que em praticamente metade deles tanto o pai quanto a mãe possuem trabalhos remunerados fora de casa. Porém, ao retornarem ao lar, são elas que trabalham mais: cerca de 18 horas semanais, contra apenas 10 horas dos pais. A pesquisa foi feita em abril deste ano com mais de 1,8 mil casais com filhos menores de 18 anos nos EUA. Ela foi encabeçada pelo Pew Research Center, especializado em estudos comportamentais, sociais e demográficos.
Tarefas mais pesadas ainda são elas que fazem
E reparem bem em um detalhe do estudo: ele se refere aos “pais” e não necessariamente aos homens. Isso porque, de acordo com a pesquisa, enquanto o casal não possui filhos, a divisão costuma, sim, ser mais equilibrada. Porém, com a chegada das crianças, a rotina muda.
E não pense que eles ficam com o trabalho mais pesado nas suas 10 horas semanais: de acordo com os pesquisadores, eles incluem na contagem algumas tarefas “árduas” como supervisionar o tempo de banho das crianças ou passar alguns minutos do seu dia brincando com elas. Às mulheres, sobra todo o trabalho pesado de manutenção diária de uma residência.
Apesar dos pesares, o estudo também mostra outro lado desse comportamento: desde os anos 1970, quando ele começou a ser feito, os homens estão se comprometendo mais com as tarefas domésticas e passando mais tempo com os filhos, ainda que a divisão não seja justa como deveria. Porém isso tem os levado a pensar que eles estão “fazendo sua parte”.
Impactos do estudo
Não é preciso ser nenhum gênio para adivinhar algumas das conclusões que esses números mostram: algumas mães estão se sentindo mais sobrecarregadas e isso afeta sua saúde, deixando-as mais estressadas e menos propensas a assumirem outras funções em seus trabalhos remunerados, o que afeta possíveis promoções. Afinal, está tudo interligado.
Outro dado mostra que os filhos homens de mulheres que trabalham fora de casa são mais propensos a dividir igualmente as tarefas com a sua esposa. Já as filhas dessas mulheres possuem uma probabilidade maior de ganhar mais dinheiro em seus trabalhos e, eventualmente, de assumir cargos de chefia. Por outro lado, os filhos homens de mulheres donas-de-casa fazem menos trabalho doméstico quanto se tornam adultos – mesmo quando estão desempregados e suas mulheres possuem trabalho remunerado fora de casa.
Essa pesquisa pode ser complementada por outro estudo, que já mostramos aqui no Mega Curioso, realizado na Alemanha: ele mostra que os casais que dividem igualitariamente a rotina de trabalhos domésticos também são aqueles com a vida mais ativa. Agora fica uma dúvida: como ambas as pesquisas foram feitas fora do Brasil, quais seriam os resultados se os pesquisadores olhassem para a divisão dessas tarefas aqui em nosso país? Você consegue imaginar?
Assinar:
Postagens (Atom)






